sábado, 19 de setembro de 2009
Querido diário :D
Beijos a todos
Patrícia
domingo, 16 de agosto de 2009
Deus escolhe criar
Mas trago no coração duas outras certezas que me apaziguam a alma, me dão coragem para viver e me animam à solidariedade, ainda que tímida e não poucas vezes insuficiente. O céu existe. Não sei como é. Não sei onde fica. Não sei quando acontece. Mas que existe, existe. Este mundo não é a realidade definitiva. O presente estado das coisas não é a versão final da obra de Deus. Uma coisa é o mundo em que vivemos. Outra, o mundo em que viveremos eternamente. E a respeito das coisas que acontecem neste mundo e não deveriam acontecer, e que não acontecerão no mundo vindouro, Deus já se explicou. Deus se pronunciou em alto e bom som, há mais de dois mil anos, na cruz do Calvário, onde foi morto Jesus de Nazaré, o Cristo, unigênito de Deus.
A tradição cristã afirma que "Deus prova seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores". Quem duvida do amor de Deus deve olhar para o Calvário. No dia em que o sofrimento se agiganta e a visão do amor de Deus fica ofuscada pelas lágrimas da dor quase insuportável, a cruz do Calvário é o grito apaixonado de Deus. John Stott disse que na cruz de Cristo Deus justifica não apenas a humanidade, mas justifica a si mesmo. Na cruz de Cristo, Deus se levanta diante de todos os que o acusam de ser injusto, tirano, indiferente ao sofrimento e à dor humanas, e pronuncia a sentença de inocência sobre si mesmo. A cruz de Cristo é a prova irrefutável do amor de Deus.
Na cruz de Cristo há quatro afirmações que provam o amor e definem a inocência de Deus. Na cruz de Cristo Deus é declarado inocente porque se solidariza com as vítimas do mal e da malignidade. Através da morte de Jesus Cristo, seu Filho, Deus afirma "O mal também me feriu", "O sofrimento chegou também à minha casa", "As lágrimas pelo padecimento injusto também rolam dos meus olhos", "Eu e as vítimas do mal e da malignidade somos um".
Aqueles que imaginam que o Deus que "habita em luz inacessível" vive confortavelmente no ar condicionado do céu, enquanto suas criaturas penam contra o diabo na terra do sol, estão absolutamente enganados. Deus tem a cara suja pelas lágrimas que borram seu rosto sofrido com a dor de cada um dos seus filhos por adoção e do seu unigênito. Na cruz de Cristo Deus sofre conosco. Sofre por nós. Sofre em nosso lugar. Deus sabe o que é padecer. Seu Filho é homem de dores. Ovelha muda entre seus sanguinários tosquiadores. Na cruz de Cristo Deus atravessou não apenas o vale da sombra da morte. Atravessou a própria morte.
Na cruz de Cristo Deus é declarado inocente porque não é contato entre os promotores do mal, mas entre os que sofrem os danos da malignidade. Na cruz de Cristo Deus afirma "Não olhem para mim como se eu ordenasse o mal", "Quando estiver sofrendo, não me conte entre os que lhe causam a dor", "Na cruz, eu não batia pregos na mão de ninguém. Na cruz, a mão sob os pregos ferozes era a minha". Quase posso escutar Deus dizendo à mãe que chora a filha atropelada: "Não me tome como quem passou por cima, eu estava em baixo, sendo esmagado sob o peso da borracha negra que me dilacerava a carne e a alma".
Na cruz de Cristo Deus sofre o mal. Na cruz de Cristo Deus é exposto como vítima da malignidade e não como algoz que causa dor e sofrimento. Na cruz de Cristo os verdadeiros promotores da morte são publicamente desmascarados. Cai o pano. E todo mundo pode ver que Deus não está com mãos sujas de sangue inocente. Na cruz de Cristo Deus é a mão inocente que sangra.
Na cruz de Cristo Deus é declarado inocente porque fica evidente que a causa do sofrimento é o pecado da raça humana. Os pecadores estão pensos nas cruzes laterais, mas a crua do meio sustém um inocente. Na cruz de cristo Deus afirma: "Vocês deflagraram o mal", "Vocês abriram a caixa de Pandora", "Vocês soltaram a besta fera", "Vocês macularam o Paraíso". O aviso ainda ecoa pelo universo: "No dia em que pecar, certamente morrerás". A presença da morte é evidência de pecado. E o pecado é responsabilidade da raça. A cruz de Cristo somente se explica porque o pecado que a faz necessária. Naquele dia em que Deus provava seu amor para conosco éramos de fato ainda pecadores.
Na cruz de Cristo Deus é declarado inocente porque é o que morre, e não o que mata. Na cruz de Cristo pende o justo morrendo a morte dos injustos. O veredicto está lançado: há pecado, pois que haja morte. O salário do pecado é a morte, disse o apóstolo. A justiça do Deus três vezes santo há que ser satisfeita. Deus está diante de seu dilema eterno: matar ou morrer. E sua opção é definitiva, desde antes da criação do mundo: morrer. Na cruz de Cristo Deus faz sua escolha e anuncia sua disposição de amor absoluto: se alguém tem que morrer para que a justiça volte a brilhar no universo maculado pela culpa da raça humana, que viva a raça e que morra eu-Eu.
O primeiro dos dilemas é criar ou não criar. O segundo é criar com liberdade ou sem liberdade. O terceiro é assumir o ônus da liberdade ou deixar este ônus nas mãos da criatura. Deus faz as escolhas que o machucam, que lhe causam dor, que o fazem sofrer, que o diminuem. Simone Weil diz que "Deus e todas as suas criaturas é menos do que Deus sozinho". Deus escolhe criar. Escolhe criar um ser livre, pois não fosse livre não seria à imagem do Criador. E escolhe arcar com ônus da liberdade que concede à sua criatura. Na cruz de Cristo está deus, dando ao rebelde o direito de existir. Na cruz de Cristo está Deus entregando a sua vida, voluntariamente, em favor dos pecadores. O mal deflagrado pela raça levanta sua sombra sobre o trono de Deus. E Deus se levanta como um Cordeiro que se doa, pois escolhera morrer, em detrimento de matar. Na cruz de Cristo está o Deus que morre para que todos tenham vida, vida completa, abundante vida.
© 2003 Ed René Kivitz
terça-feira, 14 de julho de 2009
Deus resolveu se manifestar
Hoje e amanhã são dias inesquecível para toda minha vida....eu sei que foi o Senhor Jesus não há sombra de dúvida....pois as circunstâncias e jeito como aconteceu...não existi coincidência e sim o agir de Deus em minha vida
obrigada pela tua graça Senhor Jesus, amém.
Patrícia Farias
"nova vida"
sábado, 27 de junho de 2009
Reavaliando meu relacionamento com Senhor Jesus

Ouço Deus me chamar
Alta madrugada vai já estou deitado mas ouço Deus me chamar
Sua voz suave é como um sussurro mas ouço Deus me chamar
Meu coração se aperta eu ando tão cansado
Tenho trabalhado tanto
Meu coração se aperata ao ouvi-lo me chamando
Me chamando, me chamando, me chamando, me chamando
Eu vou
Já estou indo ao Teu encontro, Senhor
Vou correndo ao Teu encontro
Alta madrugada vai já estou deitado mas ouço Deus me chamar
Sua voz suave é como um sussurro mas ouço Deus me chamar
Meu coração se aperta eu ando tão cansado
Tenho trabalhado tanto
Meu coração se aperata ao ouvi-lo me chamando
Me chamando, me chamando, me chamando, me chamando
Eu vou
Já estou indo ao Teu encontro, Senhor
Vou correndo ao Teu encontro
Eu vou
Já estou indo Senhor pro nosso encontro
Eu vou
Nem que seja pra ficarmos em silêncio a sós
Nem que seja simplesmente pelo prazer de ouvir tua voz
Não a como desprezar o Teu chamado
Não a como rejeitar Tua presença
Eu vou
Já estou indo ao Teu encontro, Senhor
Vou correndo ao Teu encontro
composição: Ludmila Ferber
Hoje eu estava escutando essa música no youtube sobre poder da oração aí essa música falou tudo, pronto eu chorei quem nem um bebezinho. Eu perguntei pra mim mesmo bem no fundo do mundo meu coração cadê aquele relacionamento com o Senhor?.... cadê aquela vida de adoração?...o que eu fiz e porque deixei apagar isso?Realmente, eu percebi que não é fácil nada, nada, nada em olhar para dentro da gente. Quando algo maravilhoso acontece com a gente, não há dúvida nenhuma que gente fica numa alegria incomparável e depois esquece das maravilhas do acontecimento é como se fosse num estalo do dedo, ou então quando acontece algo ao contrário ou seja bem pior, uma tristeza do acontecimento que faz esquecer no momento o Senhor Deus e muitas vezes acabam se afastando de vez ou fica numa estação tão seca parece nunca vai chegar, bom até agora eu estou agüentando esse fardo que não está sendo nada fácil, eu fico imaginando aquelas pessoas que estão sem o que comer, e vê como eles conseguem viver mesmo assim e com certeza uns deles podem adorar a Deus no jeito que está, pode sentir dores de fome, sede e doentes, mas estão ali adorando a Deus e ainda mais agradecendo por estarem vivos....nossa como Jó dize " eu sei que nosso Redentor vive....ainda que me mate, eu O louvarei" imagina como esse homem de Deus passou, misericordia!!!! se nós avaliarmos tudo o que esse homem viveu no muito e no pouco e até mesmo ficar doente , sem nada e continuar adorando a Deus....é esse que nosso Senhor busca dos verdadeiros adoradores...enfim eu deixo algo que nunca vou esquecer o que a minha irmã falou "não importa o que pessoa fez, mas eu me preocupo o meu relacionamento com o Senhor". Sinceramente, nós devemos mesmo reavaliarmos o que passa no nosso coração com nosso relacionamento com Senhor e porque as vezes falhamos. Eu quero firma sempre na rocha da salvação em Jesus Cristo, amém.
Patrícia Farias
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Passos
Eu penso no meu relacionamento com meu Deus, Jesus em todo momento. Lembro muito bem das promessas, bênçãos e alegrias. Então, porque nas horas de tristeza não devo lembrar da presença de Deus ? Eu sempre vejo o que Deus mostra pra mim em cada passo do momento, por mais dificieis que seja aceitar a situação que se encontra, devemos ser firme na fé.
Agora, as coisas do coração é bem difícil mesmo. Eu mudei um pouco, mas no fundo ainda não aprendi ficar calma, sempre quebro a cara e tento remendar tudo que foi perdido para espaço. Enfim, ultimo que aconteceu nem sei se ainda teve o fim, apenas eu acho que está cedo para dizer alguma coisa. Ele me deixou muitas vezes confusa, fiquei feliz de saber que ele falou comigo, saiu comigo, mas não deixou uma pista que pudesse entender que ele estava afim de mim. Infelizmente, eu não sei qual é a dele mas está parecendo que ele só quer amizade. Eu me empolguei demais e fiquei numa ansiedade do caramba, mas nunca mostrei isso pra ele, senão já era, ele iria se achar demais. Bom, ainda bem que estava apenas começando a gostar dele. Isso me fez olhar pra mim, pois percebi que ainda não aprendi ser na "minha" ou calma na hora do desespero. Quando eu resolvi dá umas investidas nele, eu comecei dá pistas pra ele e ele nem sequer me respondia. O silêncio dele fez o meu coração se fechar para ele e foi bom ele ser assim meio grosso, pois comecei sentir raiva e furiosa com ele e comigo mesmo. Depois, eu me conformei com a situação e conseguir entender meu lado e o lado dele. Pelo visto, para me gostar de alguém, devo não gostar rsrsrs devo primeiro olhar pra mim, cuidar de mim, ser feliz.
Uma frase que quando eu vi pensei que fosse pra mim e pra ele, mas eu sou romântica que preciso pôs meus pés no chão aqui deixo frase conhecida e vou misturar com a minha ideia
"ás vezes é preciso parar e olhar para longe, para podermos enxergar o que está perto de nós. Foi nesse instante que acabei te vendo"
E o tempo todo ele passava perto de mim, no meio da cidade eu e ele nos encontramos por caso, as vezes nos olhavámos mas não falávamos. Só um lugar que sempre tinha em comum, era na casa de Deus, onde eu e ele nos encontrávamos, mesmo assim gente nem se falava. Não sei por que isso foi durante há anos, mas enfim eu tomei a coragem de iniciar a falar com ele no ano passado e nossa amizade cresceu mais ainda, só não foi mais profundo por causa da nossas vidas ou espaço em que vivemos. Pensei que eu poderia me apaixonar por ele e ele por mim. Na real, isso só acontece de forma natural, não é igual filme ou novela. Eu tenho muito medo de me apaixonar, morro de medo de sofrer. Mas como diz um poeta " a nossa escolha deve se arriscar, só não vale omitir"
Enfim, eu preciso aprender ser mais cautelosa nas coisas do coração, com certeza eu amadureci tanto que teve dia que tentei chorar, mas não saiu nenhuma lágrima nos meus olhos. Eu fico feliz saber disso.
bom leitores fique com Deus e que a paz inunda seu ser de todo coração esteja em Jesus
abraços
Patrícia Farias
segunda-feira, 18 de maio de 2009
"Para Deus não há acepção de pessoas"
Isto é fato verdadeiro cristão do rapaz que era novo convertido já nasce com coração voluntário de apresentar o Evangelho e o amor" Pois é gente criei coragem de voltar pois só Deus sabe oque se passa no meu coraçãao, beijos a todos leitores
ass.: Patricia Farias
Deixemos Cair Nossas Máscaras
O sermão daquela noite calou no coração do novo convertido. A pastora incentivava os ouvintes a visitarem os excluídos, descamisados e pedintes. As portas do templo estariam abertas para recebê-los. “São pessoas que precisam de nossa atenção, carinho e assistência”. Imitemos Jesus, vamos ao encontro deles – dizia a pregadora.
Enlevado por tão nobre sentimento de amor cristão, o recém-convertido lançou a sua rede. Conversou com homens sem emprego e sem teto, moradores de rua, e os convenceu a visitar a igreja. Ardiam no seu peito as sábias palavras da pastora.
Certa noite, uma hora antes de iniciar o culto, os mendigos chegaram ao templo. Orientados e dirigidos pelo jovem irmão, os visitantes, trajando suas melhores vestes, foram direto para o banheiro. Tomaram um gostoso banho e se deram ao luxo de usar um bom sabonete e toalha limpa. Depois da limpeza do corpo, viria a limpeza espiritual. Ficaram sentados na primeira fila. O novo convertido aguardava ansioso o momento de comunicar a sua obra à pastora. Receberia elogios de seus líderes; os demais irmãos iriam seguir seu exemplo; aqueles homens iriam receber com alegria a Palavra; mudariam de vida; uma comissão seria formada para dar assistência contínua aos excluídos, agora nossos irmãos em Cristo; haveria grande alegria no céu; os anjos diriam amém.
Enquanto sonhava, alguém bateu no seu ombro:
- Olha, meu chapa, vá ver a sujeira que essa gente que você trouxe fez no banheiro! Era o irmão-zelador. E disse mais: - Da próxima vez que trouxer esse pessoal, você mesmo vai limpar tudo!
Essa foi a primeira decepção. A outra foi ver o desconforto que aqueles pobres causaram à congregação. Os visitantes ficaram isolados. Ninguém os cumprimentou. Nem a pastora. Ao contrário, havia um ar de reprovação à presença de pessoas de classe social tão baixa. As senhoras e donzelas, com jóias caras e ricos vestidos, fulminavam os mendigos com olhares furtivos de repugnância. Igual procedimento seria dispensado a um político de terno e gravata que ali estivesse pela primeira vez?
O humilde líder dos miseráveis começou a tremer nas bases. Não estava acreditando. Então, é tudo mentira no Cristianismo? São sepulcros caiados? São todos hipócritas? Não, não pode ser. Vou falar com a pastora. Falou e ouviu:
- Meu irmão, as coisas não são bem assim. Você agora trouxe oito mendigos; amanhã outros virão. Não temos estrutura para isso. É certo que preguei aquele sermão, mas foi em tese.
Como é difícil ser verdadeiro cristão, pois “aquele que diz que está nele também deve andar como Ele andou” (1 Jo 2.6).
Em outro momento, em outra igreja, um irmão mostrou-se insatisfeito com seu trabalho de “evangelizar os pobres”. Segundo ele, “pobre não dá retorno financeiro”. Eis a causa. Melhor é fazermos reuniões com empresários. A estes, afagos, abraços, lisonjas, sorrisos, cumprimentos cordiais. Àqueles, um prato de sopa, uma moeda, um “Deus-te-favoreça”, com que nos livramos temporariamente do peso da consciência.
Tiremos nossas máscaras e, sem vergonha, reflitamos sobre nossa condição de “desgraçado, miserável, pobre, cego e nu”. Os pobres, tanto quanto os ricos, precisam de Cristo. Igreja é lugar de conserto, de renovação, de nova vida, de compaixão, de amor e misericórdia. Que venham todos comer do pão da vida. Venham os sedentos, os tristes, oprimidos e desconsolados, “porque o meu jogo é suave, e o meu fardo é leve”.
Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Ser voluntário, já pensou nessa idéia???
O que é voluntariado?
Segundo definição das Nações Unidas, "o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido a seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem estar social, ou outros campos..."
Em recente estudo realizado na Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança, definiu-se o voluntário como ator social e agente de transformação, que presta serviços não remunerados em benefício da comunidade; doando seu tempo e conhecimentos, realiza um trabalho gerado pela energia de seu impulso solidário, atendendo tanto às necessidades do próximo ou aos imperativos de uma causa, como às suas próprias motivações pessoais, sejam estas de caráter religioso, cultural, filosófico, político, emocional. Quando nos referimos ao voluntário contemporâneo, engajado, participante e consciente, diferenciamos também o seu grau de comprometimento: ações mais permanentes, que implicam em maiores compromissos, requerem um determinado tipo de voluntário, e podem levá-lo inclusive a uma "profissionalização voluntária"; existem também ações pontuais, esporádicas, que mobilizam outro perfil de indivíduos.
Ao analisar os motivos que mobilizam em direção ao trabalho voluntário, (descritos com maiores detalhes a seguir), descobrem-se, entre outros, dois componentes fundamentais: o de cunho pessoal, a doação de tempo e esforço como resposta a uma inquietação interior que é levada à prática, e o social, a tomada de consciência dos problemas ao se enfrentar com a realidade, o que leva à luta por um ideal ou ao comprometimento com uma causa.
Altruísmo e solidariedade são valores morais socialmente constituídos vistos como virtude do indivíduo. Do ponto de vista religioso acredita-se que a prática do bem salva a alma; numa perspectiva social e política, pressupõe-se que a prática de tais valores zelará pela manutenção da ordem social e pelo progresso do homem. A caridade (forte herança cultural e religiosa), reforçada pelo ideal, as crenças, os sistemas de valores, e o compromisso com determinadas causas são componentes vitais do engajamento.
Não se deve esquecer, contudo, o potencial transformador que essas atitudes representam para o crescimento interior do próprio indivíduo.
fonte: "Trabalho Voluntário" - Mónica Corullón